04 de outubro de 2026
Por Kedson Silva, CEO da iWof
Se eu tivesse 60 segundos para convencer um dono de supermercado a usar a iWof, começaria com uma pergunta.
Na sexta à noite, no sábado, no domingo de semana do mês, você tem gente suficiente para repor gôndola, operar caixa e não deixar fila?
Se a resposta for não, você está perdendo venda com o cliente que já está dentro da loja.
O problema que ninguém calcula
A ruptura de gôndola é apontada como problema de estoque. Na maioria das vezes não é. O produto está no depósito. O que falta é quem repõe. E quando a equipe fixa não é suficiente para os momentos de maior movimento, o prejuízo acontece silenciosamente.
O cliente que não encontra o produto não espera. Vai embora. E muitas vezes não volta.
Como a iWof resolve
O modelo é simples. Você identifica os turnos em que a operação precisa de reforço. Publica esses turnos no app. Profissionais com experiência no varejo escolhem os blocos de horas e aparecem.
Sem processo seletivo. Sem custo fixo nos dias que você não precisa.
Você paga pelo turno que usou.
O profissional que chega já foi avaliado por outro supermercadista. Quem agenda o turno tem índice de comparecimento diferente de quem é escalado à força.
O cálculo que muda a decisão
Manter cargo fixo para cobrir variação de demanda significa pagar pelo profissional quando ele aparece e quando não aparece. Com a iWof, o custo acompanha a demanda.
Se quiser simular quanto isso representa para a sua operação: www.iwofbusiness.com.br
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